Renuncia obrigatória para a transformação

 

Vivemos em um tempo de renúncia imposta jamais visto na humanidade. Direitos civis, valores individuais e poderes materiais foram suprimidos por um momento.

O direito de ir e vir nos foi suprimido. A liberdade de escolha do que fazer nos foi negado. Por um tempo, estamos trancados em nossas próprias casas, induzidos a uma reflexão.

Chefes de Estado estão renunciando seu orgulho e retrocedendo em suas posições, não há como seguir em um caminho egocêntrico. Aliás muitos destroem suas muralhas individuais e começam a ver o outro, entendendo que vivemos todos juntos no planeta Terra.

Somos obrigados a renunciar a vaidade, deixando as roupas caras de grife no armário. Até os televisivos, sempre maquiados e preparados para a tela, mostram seus verdadeiros rostos em suas casas.

Não há como ostentar a riqueza, não há como ostentar o poder. Estamos todos em quarentena lutando por algo desconhecido. Príncipes, presidentes e famosos não estão impunes ao vírus, nenhum dinheiro pode o detê-lo.

Essa renúncia obrigatória nos refletir sobre quais são os valores realmente importantes para a vida, aqueles que não podem ser banidos com crises, pandemias e guerras. Nos faz pensar sobre o sentido da vida. Nos faz desacelerar e perceber que temos algo lá em nosso interior, que na correria diária é esquecido.

A renúncia obrigatória é um chamado para nos encontrar com nossa alma, conhece-la, Muitas vezes é um desafio entende-la e aceita-la. Mas é a partir daí que começa uma transformação pessoal, uma transformação de valores em busca do que realmente importa.

Nessa renuncia global, mudaremos o campo vibracional da terra, teremos mais empatia, mais amor, mais paciência, mais compreensão. Daremos mais abertura a nossa alma, ficaremos mais espiritualizados, mais tranquilos, mais plenos. Depois que isso passar, aprenderemos o sentido da relatividade, que tudo passa e nós somos os grandes observadores da evolução da humanidade através da eternidade.

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